Vi nos coments da Cora e quase me acabei de tanto rir! Adorei e resolvi trazer prá cá, com os devidos créditos, lógico. A Layla foi quem relatou o "Causo Mineiro".
Sapassado, era sessetembro, taveu na cuzinha tomando uma pincumel e cuzinhando um kidicarne cumastumate pra fazer uma macarronada cum galinhassada. Quascaí de susto quanduvi um barui vinde denduforno parecenum tidiguerra. A receita mandopô midipipoca denda galinha prassá. O forno isquentô, o mistorô e o fiofó da galinhispludiu!Nossinhora! Fiquei branco quinein um lidileite. Foi um trem doidimais!Quascaí dendapia! Fiquei sensabê doncovim, oncotô, proncovô. Ópcevê quilocura! Grazadeus ninguém semaxucô!
Tive uma tia mineira, a tia Isolda, cunhada de minha mãe, que era "uma fofa". Eu adorava ela. Super querida e gentil. Saudades...
Cluboca do Livro: dois anos de literatura e gatos!
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Eu voltei a ler para fugir das redes sociais ─ e elas nem derretiam o
cérebro como atualmente, em vídeos de um minuto. Perdi a conta de quantas
vezes dormi...
Há um dia






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Eu conto, tu comentas. Tri legal!